O Estágio Orquestra de Sopros da Art’J 2026 regressa de 13 a 16 de julho, no Centro Cultural da Branca, afirmando-se como uma oportunidade de excelência para o desenvolvimento artístico e pessoal de jovens músicos.

Organizado pela Art’J – Escola Profissional de Artes Performativas da Jobra, através da Jobra Educação, este estágio tem como principal objetivo aprofundar os conhecimentos musicais dos participantes, promovendo uma intensa prática instrumental em contexto de orquestra de sopros, complementada por trabalho de naipe e pelo reforço de competências sociais e humanas fundamentais ao trabalho artístico colaborativo.
Sob a direção do maestro convidado Diogo Costa, os participantes irão integrar um ambiente formativo exigente e inspirador, que culmina na apresentação de um Concerto Final no Auditório do Centro Cultural da Branca, em Albergaria-a-Velha.

Informações

  • Datas: 13 a 16 de julho de 2026
  • Horário: 09h30 – 18h00
  • Receção: 13 de julho, entre as 09h00 e as 09h30
  • Local: Jobra Educação – Centro Cultural da Branca
  • Direção: Maestro Diogo Costa

Instrumentos

Flauta Transversal · Oboé · Fagote · Clarinete · Saxofone · Trompa · Trompete · Trombone · Eufónio · Tuba · Percussão · Violoncelo · Contrabaixo

    DADOS DO ENCARREGADO DE EDUCAÇÃO

    OPÇÃO DE INSTRUMENTO

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    Consentimentos

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    Regulamento

    Diogo Costa

     Diogo Costa é, atualmente, um dos jovens maestros mais ativos do país. Entre os seus projetos recentes e futuros incluem-se os convites para dirigir as Orquestras Gulbenkian, Sinfónica do Porto Casa da Música, Sinfónica Portuguesa, Metropolitana de Lisboa, as orquestras regionais do Norte, Algarve e das Beiras, as Orquestras Clássicas do Centro, de Espinho e da Maia, a Banda Sinfónica Portuguesa, a Banda Sinfónica da GNR, o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e o Síntese – Grupo de Música Contemporânea. A nível internacional, destaca-se pelas colaborações com a Hallé Orchestra, a Filarmónica da BBC, a Orquestra Nacional de Gales da BBC, e a West European Studio Orchestra com a qual gravou em diversos estúdios, entre eles o lendário Abbey Road, em Londres.
    Nutrindo um interesse especial pela Ópera, Diogo Costa tem vindo a trabalhar na produção de várias Óperas com maestros e encenadores de renome internacional. Estreou-se enquanto maestro principal com a Ópera A médium de Menotti, no Operafest Lisboa, e, recentemente, dirigiu a estreia nacional da Ópera Vanessa de Barber, no Teatro S. Luiz. Trabalha regularmente com o Quarteto Contratempus, com o qual tem em circulação as Óperas Torre da Memória de João Ricardo e Delícia de morangos e chantilly de Pedro Lima.
    Paralelamente à sua atividade no campo da música erudita e da ópera, tem desenvolvido projetos com grandes nomes do Jazz internacional, como Benny Golson, Perico Sambeat, John Ellis, Quinteto Belmondo, China Moses, Isabella Lundgren e Kandace Springs, com quem editou recentemente um disco de projeção internacional. Também no universo da música pop portuguesa colabora com artistas como Tiago Bettencourt, Vitorino Salomé, Tatanka, Sofia Escobar e Pedro Abrunhosa.
    Presença constante em diversos concursos nacionais e internacionais, foi, em 2022, laureado no Prémio Jovens Músicos, em Direção de Orquestra. Em 2020, foi finalista no Mackerras Fellowship, da Ópera Nacional de Inglaterra, e, no mesmo ano, Semi-finalista na Siemens Hallé International Conducting Competition.
    Iniciou os seus estudos musicais na Banda de Música de Antas – Esposende, instituição que viria a marcar, de forma indelével, o seu percurso e à qual continua ligado como maestro. O seu percurso académico levou-o a estudar em prestigiadas instituições, como a Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, a Escola Superior de Música de Lisboa, a Academia Nacional Superior de Orquestra – Metropolitana, e o Royal Northern College of Music, em Manchester (Inglaterra), onde concluiu, com distinção, o Mestrado em Direcção de Orquestra.